Login Últimos assuntos Quem está conectado Há 2 usuários online :: Nenhum usuário registrado, Nenhum Invisível e 2 Visitantes Nenhum [ Ver toda a lista ] O recorde de usuários online foi de 8 em 11/9/2009, 2:21 pm | Glee (1.11) – Hairography 12/4/2009, 5:33 pm por Admin ![]() You may say, I’m a dreamer…But I’m not the only one..I hope some day….You’ll join us….And the world will be as one Hairography introduz a reta final do New Directions rumo as Seletivas, porém a batalha será travada com dois inusitados corais. Jane Adams Academy, é uma escola de menores infratoras que tenta usar das “artes” para dar uma “new direction” na vida delas, que sem dúvida tem muito ”talento” , principalmente quando uma delas rouba a carteira do Mr. S, logo que este chega a escola para conversar com a diretora, que por sinal é interpretada pela rapper Eve. Vivendo entre a “cruz e a espada”, ele desconfia novamente das intenções e possíveis espionagens da “C’s it”, por isto que vai parar na Jane Adams. A presença de Sue ainda não foi registrada mas sua desconfiança ainda se arrasta por todo o canto. Devido as dificuldades, o grupo só de meninas não possui lugar para ensaiar e assim são convidadas para se apresentarem no auditório do McKinley, para que todos os Gleekers vejam sua concorrência. Numa sensual coreografia, as garotas dançam e cantam ao som de “Bootylicious”, das Destiny’s Child, alias Beyoncé e suas amigas parecem presença constante na série (não que esteja reclamando). Claro que viajei um pouco além e imaginei a Mercedes ali no meio das garotas arrepiando com seu vozeirão. Como diz a Drama Queen, após notar que seu Ex-Crush está apreensivo com a rivais, ela deixa claro que não há o que se temer, pois elas fazem “Cabelografia”, ou seja, remexem as madeixas para lá e para cá para disfarçar suas fraquezas como dançarinas e naturalmente como cantoras. Mesmo assim ele decidi entregar perucas aos meninos e programar um número com as cabeleiras, o que foge totalmente do propósito do grupo e que sinceramente me preocupa, porém tem um fundamento e que fundamento. Terei que ser bem analítica a seguida, pois confesso que este 11º seria mais para mim senão fosse tão focado na Babe-Mama, porém admito que era mais do que necessário desenvolver sua personagem. Todo aquele discurso de que “é difícil para mim, é muita pressão”e o mais absurdo de todos: preciso de aceitação? O que ela quer mais do que já tem? Continuarei com minha opinião: Não me comove nem um pouco, reforçando cada vez mais meu descontentamento pela personagem. Diana Agron elogio novamente por sua atuação, que mescla manipulação e tremenda confusão mental. Sue em “Throwdown” age como maestra na maioria dos acontecimentos e neste é a vez de Quinn mostrar que tem o Frank-Teen e o Hot-Jew em suas mãos, além de jogar todo tempo com Terri e sua irmã, que estão nitidamente sem paciência e até que desesperadas com a decisão da garota de manter o bebê. Decidem colocar a Babe-Mama como Babe-Sitter dos três filhos terríveis da Big Sis da Terri, para ver se assim ela desisti da idéia de manter a filha. Pensando no potencial ao seu redor, B-Mama avalia suas opções e realiza um “test-drive. O que foi esse lance de “vamos testar a capacidade paterna do Puck”, afinal ele é o pai mesmo? Cada vez mais ela me irrita e ainda mais quando manipula o Kurt que agirá como uma espécie de “Diva Fashion Salvation” da Drama Queen, claro que tudo isso somente para distrair o Frank-Teen e assim ela poder “testar” o verdadeiro pai, que a ajudará com as crianças. Pela primeira vez gostei dela cantando uma canção, alias “Papa Don’t Preach”, além de combinar com seu momento, mostra uma fase não tão boa “vocalmente” da diva Madonna, assim a atriz consegue dar o melhor de si, numa até que simpática performance, que vamos confessar que nunca em milhões de anos ia “silenciar” três pentelhos ruivos na vida real, mas em Glee tudo é possível. Se tem uma parceira inusitada que dá muito certo é entra o Wannabe-Fashionista e a Drama Queen, alias toda sua acidez e amargura com ela durante todo o episódio torna-se até repulsiva para um personagem que vinha sendo tão fácil de se identificar. Glee tende a mostrar um lado até então desconhecido de cada personagem e desta vez estes dois mostram e como sua “outra face”. Ele, extramente cruel em seus comentários, aproveita a confissão declarada de sua paixão por Finn, para assim fazer viver o momento mais ridículo de sua vida. Uma coisa me fez pensar por que Kurt odeia tanto a Rachel? Sim, ele dá todas as explicações e de fato é coerente pois ela não é querida por ningué (exceto Finn), é irritantante, porém talentosa mas tem extrema dificuldade de se “conectar” com os demais. Parei para pensar que eles dariam grandes amigos se ambos permetissem mudar certas coisas, pois ela entende bem sua situação pois mora com um casal gay e sem dúvida eles tem características muito parecidas: ambos sempre souberam quem eles eram, independente da aceitação dos outros e são extremamente determinados, sempre impondo em suas idéias. O momento em que a Drama Queen aparece nos corredores do colégio, após sua “Extreme Make-Over” foi como “ver” Lea Michele entrando no tapete vermelho da premiere de New Moon, a quase quinze dias atrás. Impecável dos pés a cabeça, seu “novo eu” parece deixar desconcertado o único rapaz que ela gostaria que “rodasse a cabeça para vê-la”. Bobo e manipulável como ele só, Frank-Teen aceita o convite de “ensaiar” na casa dela, o que facilmente é autorizado pela Bitch-Mama, que praticamente faltou pegar os pompoms para festejar que estava se livrando dele. Sintia falta de momentos Fichel, mas este é totalmente desesperador e senti na pele dele tamanha vergonha, pois vestida como a Sandy de Grease, Rachel o espanta com seu cabelo permanente, roupas justas e sapatos altos quando tudo que ele mais gosta nela são seus característicos pullovers ou meias cumpridas com saias xadrez, que dão todo o ar de “hide & seek” que ele tanto preza em sua personalidade. A competição entre os dois nunca poderia exister pois assim como ela diz “mesmo sendo segunda, quinta opção ou mesmo uma distração, pelo menos ela é uma garota.” Não via a hora da verdadeira cor de Puck reaparecer e que melhor forma do que mostrar o velho garanhão impacaz de se segurar com as “hot girls”, afinal uma vez Pucker-woman sempre Pucker-woman. Não pude deixar de rir com a cena entre a Quinn e a Santana, que pode ter a menor das aparições mas quando tem sempre as faz de maneira memorável, ainda quando usa todo seu sangue latino encrenqueiro para afastar a cheia de hormónios Babe-Mama do “seu homem”, que trocou as diversas “sexting” com ela. Quinn sempre conseguiu me irritar mais e ainda veem com toda aquela pose de ciumenta, exigindo exclusividade de um cara que deixa bem claro quando diz: “ I’m gonna be a good dad. But I’m not gonna stop being me to do it.”. Se ela fala tanto que deve ser aceita, por que não faz o contrário um pouco e vive num mundo um pouco menos egoísta? E claro que assim, ela facilmente desisti da recém idéia de manter o bebê e voltar correndo para seu porto seguro, Finn Hudson, o pobre enganado rapaz. Mudando de vertente, a tempos que ela não atormentava porém Terri está de volta e continuo a me perguntar como William pode ser tão, desculpem o termo: castrado. Sim, é exatamente assim que vejo o Mr. S, pois ele é totalmente submisso a esta megera de esposa, que tem conseguido deixar ele a metros de distância de sua barriga mas que torço piamente para que essa barriga caia de vez. Reservo para o final os três grandes números musicais, cada qual com sua importância e principalmente com sua mensagem. Os convidados desta vez são os alunos especiais da School for the Deaf, que visualizam um enloquecido e descabelado mash-up de “Hair/Crazy in Love”, que visualmente é totalmente poluído mas que rende um divertido momento de pura química do Glee Cast, que se torna um dos elencos mais cativantes da televisão. Agora o momento que talvez mais esperei para ver desde “Somebody to Love” , aquele momento de imaginar o inimaginável, pois foi esta cena uma das mais importantes para todos, cena na qual rendeu a idéia de Lea Michele tatuar a palavra em seu pé, no qual outras duas pessoas também aderiram. Esta foi a cena na qual todos choraram durante as gravações, que vemos nitidamente o brilho no olhar de cada integrante, a lágrima mais sincera derramada e a simbologia dos gestos que sem dúvida falam muito mais que mil palavras e assim o School for the Deaf e o New Directions unem-se para celebrar o mundo como um só ao cantar “Imagine”, canção de um dos seres humanos mais incríveis que a humanidade e a música já teve o prazer de ter e que guardo dentro de mim como um grande ícone de admiração. As vozes de Mercedes, Artie, Rachel e Finn não poderiam combinar mais perfeitamente com seus solos, além de todo coral de fundo dos demais Gleekers e também da participação mega especial das crianças surdo/mudas que me renderam crises de choro do começo ao fim da cena. Sintetizando a música do final também serve para descobrirmos que por mais que queiramos nos esconder, sempre haverá alguém que o reconhecerá pelo que é e o mais importante de tudo, este alguém verá seu verdadeiro brilho, sua mais sincera qualidade como pessoa, aquilo que o faz único. Liderados por Tina, que merecidamente recebe seu primeiro solo de peso, ao cantar “True Colors” da Cindy Lauper, num belissimo palco todo iluminado com neon e diversas cores das estampas de camisetas, que se misturam em meio a tantas trocas de olhares do quinteto amoroso, que cada qual a sua maneira mostrou neste sua “verdadeira cor”. Uma coisa quero deixar no ar: Quem acha que Mr. S é um ingênuo que nunca irá aprender? Quem acha que o Mr. S é um incrível estrategista e está testando até onde S.S pode chegar? Quem acha que Sue está com a lista verdadeira das Seletivas nas mãos? Quem acha que Sue recebeu uma lista falsa das músicas das Seletivas? Só sei de uma coisa: Espero que dêem uma boa explicação para isto e gostaria de fazer um desabafo: Dia 02 de dezembro encerra a primeira parte e depois somente dia 13 de abril. Não gosto nem de pensar a respeito! ![]() Comentários: 0 Alerta de Segurança do Fórum Devo me registrar para utilizar este fórum?Sim! é necessário. Está inteiramente ao critério do administrador do fórum, é necessário o registro de modo que seja possível aos usuários enviarem suas mensagens. Contudo, o registro dá-lhe acesso a funções adicionais e possivelmente fóruns que não estão disponíveis avisitantes. Alguns exemplos são o uso e definição de imagens avatares,uso de Mensagens Privadas, enviar e receber e-mail entre usuários,participação em grupos de usuários, etc. São necessários apenas alguns segundos para se fazer o registro, portanto é recomendável que o faça. |




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