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Glee (1.07) – Throwdown

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1 Glee (1.07) – Throwdown em 10/19/2009, 3:27 pm

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I have been trying to destroy your club with a conviction I can only call “religious.”


Com essa boa leva de episódios e a crescente audiência, Glee sem dúvida encerrará a primeira parte de sua temporada em grande estilo. Concordo plenamente com a frase do criador/diretor Ryan Murphy que diz: “This show its about open yourself up to joy” e confesso que a cada quarta-feira tenho essa sensação.  Se a série conseguir passar o recado e entregar a fórmula, continuarei apreciando-a alegremente. Throwdown is burning down the house, pois apresenta até então a melhor sequência de números musicais, ressalve ao nítido amadurecimento da equipe técnica que coordena com imensa naturalidade todas canções apresentadas neste,a exemplo das coreografias, o contexto de cada canção, o sincronismo e por último mais não menos importante: o elenco, que de forma espetacular mixa sinceridade, ódio, carinho, dedicação, disputa, vitória, derrota, entre outros sentimentos e também ações.Repleto de simbologias e um roteiro milimetricamente bem preparado, vemos que o “Lado Negro da Força” pode render alguns resultados, mesmo que os métodos implantados pela S.S não sejam lá muito ortodoxos. Gosto quando uma personagem como ela adciona um elemento a mais no convencional papel do vilão. Jane Lynch (Party Down, Julie & Julia) desponta novamente com maestria, fato que já havia elogiado no sexto episódio mas que a consagra definitivamente com este. Insuportavelmente tira Will do sério com sua postura rude e autoritária de “ensinar” suas crianças. Ela é tôxica, manipuladora e pontual e sem dúvida mostra que é uma vencedora, independente de aceitarem ou não seu métodos cruéis.



Outra disputa é colocada na roda do Glee Club, dividindo o grupo, porém desta vez entra em pauta o preconceito e as lutas sociais e etnicas. Alias, o elemento preconceito é quase um slogan de campanha para Sue, que se aproveita da fraqueza daqueles que ao ver dela são desfavorecidos, escolhendo Gay Kid, Wheels, Santana, The Asians, Aretha e Shaft para comporem o seu grupo. A cargo do Mr. S ficam a “Elite Glee“, composta pela Drama Queen, Frank Teen, Pregg Cherrio , Netherland Cold Whore e Jewish GogoBoy. Essa separação rendeu dois grandes momentos musicais, o primeiro deles com as Sue Kids e o seu gingado R&B Pop-Lockin Break performance de “Hate On Me”, liderados brilhantemente pela poderosa voz e presença de Aretha/Mercedes, com aquela dançinha animada que me fez levantar da cadeira pra dançar “junto”.  Toda ação tem sua reação e Will segue conselhos de sua insuportável esposa, decidindo impor-se e jogar o jogo da S.S. Puni todo as Cherrios em sua prova de espanhol, fazendo-a perder a entrevista exclusiva para a revista. Novamente S.S mostra quão sem limites seu preconceito pode chegar, criticando a cultura espanhola e latina e ofendendo sutilmente um diretor que é “minoritário também por ser indiano. O segundo momento é com as Shue Kids que lutam contra o Ódio ao cantar o Amor em “No Air”, que me fez facilmente esquecer a química quase inexistente da canção original, apesar de gostar muito da Jordin Sparks (vencedora da sexta edição de A.I). Essa versão embalada pelo Wannabe-Couple Drama e Frank ficou belissima, mesmo que tenha beirado um pouco o tradicional clichê em momentos como o do corredor, não posso deixar de confessar que gostei e muito do resultado. Me surpreendi muito com o momento musical anterior a este, pois quando disse do amadurecimento musical, pensei logo quando os dois clãs estão juntos cantando “Ride With Me” do Nelly. Foi tão natural que realmente me pareceu um momento em que filmaram direto do episódio, meio que “live”, diferente das demais apresentações que são dubladas da versão original de estúdio. Ótimo e divertido o momento de interação de pessoas tão excentricamente diferentes.



Falar dos assuntos que envolvem as grávidas da série me aborrece de forma inevitável, pois ainda sonharei com o momento em que Terri não terá nenhuma fala e não aparecerá em nenhum momento, mas como ela é “necessária” temos que encará-la. Minha singela opinião veem a acreditar que eles se casaram pelo simples fato de terem a mentalidade presa em suas memórias da época do High School. Fico pensando como irão sustentar o distanciamento entre marido e mulher, pois convenhamos que o Mr. S  nunca poderá chegar perto do corpo dela durante os próximos meses, mas pensando pelo fato dela praticamente “castrá-lo” no relacionamento, não acho isso muito difícil de ocorrer. É devastador vê-lo sendo enganado daquela forma, com toda aquele teatro do ultrasom mostrando a bebê, que na verdade era um vídeo de outro ultrassom, que foi colocado somente para forjar o exame. Em situação parecia porém real, Frank Teen acompanha a Pregg Cherrio junto com Mr. Shue ao obstetra e juntos descobrem que ela espera uma menina. Mesmo a sua forma, ele tenta comparecer como “pai” da criança e até sugere um  “brilhante” nome “sua filha” . Essa cena é hilária, pois que “pai” daria o nome “Drizzle” a filha, mesmo tentando argumentar que adora o fenômeno natural da garoa, aquela chuva bem sutil e leve. Acusado de insensível, F-Teen faz a besteira de compará-la a Rachel, que anteriormente chantageou o nerd tarado Joshua dando uma “calcinha” a ele, impedindo que este publicasse a verdade sobre a gravidez, que ao ver F-Teen ela fez isso pensando no casal. Sim, claro Finn, novamente você demontra um intelecto adoravelmente inocente.



Hipocritamente, uma personagem como a Quinn tenta isentar-se da culpa decorrente de suas péssimas escolhas, esquecendo que para sustentar uma mentira precisa ter argumentos suficientemente bons mantê-la, fato que ela não faz primeiramente com a história da paternidade e segundo com o jogo duplo de espionagem, agindo como os ouvidos da S.S dentro os Gleekers. Novamente vale a cena dela com a Drama Queen, quando esta é confrontada sobre suas reais intensões com o F-Teen e pelo “bondoso” pedido para que ela se afaste do “pai da criança”. Como incansável fã de Rachel Berry, achei esmagadora a resposta que ela dá a mal articulada Pregg Cherrio, que em breve estará aposentada de sua “profissão escolar” e que ainda se recusa a enxergar que aquilo que ela tanto se dedica a boicotar poderá ser sua única saída para enfrentar todas as dificuldades de sua gravidez indesejada. Amo “Keep Me Hanging On” do grupo The Supremes,  porém essa versão ficou um pouco fraca, mas deu pra mostrar o talento da moça. Talvez seja o momento de Rachel parar de tentar mostrar-se amigável a alguém que nitidamente está contra ela .Fica claro neste sentido a verdadeira essência de uma personagem como a Rachel, que a todo instante tenta superar suas expectativas, mostrando-se sempre superior a tudo e a todos mas nunca um superior “Estou acima de você” e sim um superior ” Mesmo assim, estou aqui te apoiando”, pois antes estava presente a personalidade ego-maniaca com sede de fama e agora vemos uma Rachel mais presente nos interesses de todos, de forma mais participativa e conectada, não só com sua ambição.



A briga de galos entre Mr. S e Ms. S continua a todo vapor, agora com a manipulável participação de Quinn influenciando a opiniões do Jewish Gogoboy e da Netherland Cold Whore , alias neste momento são totalmente inapropriados os comentários de professora para aluna, mas vindo de S.S já eram esperados.  De mãos atadas, Mr. Shue fica somente com o “Bizarre Love Triangule” que tenta cantar “No Air” para os “minoritários”, quando estes são intrometidos pela intolerante Sue, que tira dos trilhos a paciência do até então centrado Shue. Cansados de ficaram no meio do fogo cruzado entre seus professores, todos os Gleekers abandonam o teatro, deixando claro que não gostam desta divisão e classificação nova que deram a eles, afinal o Glee Club tem como função ser divertidom deixando eles serem aquilo que realmente são, independente da etnia, cor de pele, deficiência ou escolhas pessoais. Pode novamente parecer clichê abordar um tema como este, mas de forma bem dosada ele se desenrola com total sentido. Por fim Sue abandona a co-direção mas sugere continuar como consultora musical para o coral. Resta saber se essa bandeira branca é realmente branca. A cena final com os dois conversando, mostra o quão profissional e competente ela busca ser e mesmo tendo que impor certas coisas, ela tornasse uma vitoriosa que saudosamente ama estar nesta posição.


A verdade nua e crua é revelada sobre a gravidez de Quinn, abalando as estruturas gerais do grupo inteiro, principalmente da mamãe. Vimos que aquilo que Rachel prevê a ela torna-se real daqui pra frente e que não adianta colocar uma viseira, pois Quinn agora defini-se como uma “outsider”, assim como Rachel e qualquer outro ali. O mágico momento de “Keep Holding On” é feito como resposta de apoio e respeito de todos para Quinn, que ganha este presente  mesmo não merecendo por sua falta de honestidade. Cada um mostra a extrema sensibilidade com o que ela irá passar daqui pra frente, com destaques para os intensos olhares direcionados e  sem contar com a expressividade e excelente atuação de Diana Agron, mostrando uma Quinn vulnerável e totalmente abalada. Cada movimento, cada gesto são muito bem representados, as lágrimas de Kurt são sinceras, os olhares de Rachel para Finn modificam migram de paixão para preocupação e os de Puck geram desconfiança. O momento em que Finn pega na mão das duas é tão real, que chega até dar agonia. Acredito que sutilmente os roteiristas deixam algumas dicas no ar, neste excelente número musical, que foi dirigido e executado de forma impecável.



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