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Glee (1.09) – Wheels

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1 Glee (1.09) – Wheels em 11/17/2009, 3:13 pm

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Administração
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Após três semanas sem episódios inéditos, Glee retorna podendo dizer que a espera valeu a pena. Poderia tentar explicar por que este episódio foi o meu favorito até então, mas depois que tive a oportunidade de assistir o programa Tyra Banks Show desta semana, pude perceber e visualizar de forma simples e direta a realidade do “Outcast vs. Popular” presentes fortemente na sociedade e juventude norte-americana. Toda a forma com que o programa é conduzido até o momento que o Glee Cast comparece, mostra quão importante um programa como Glee existir. Pode não ser nossa realidade, pois de fato a exclusão e as “panelinhas” são muito mais presentes nos High School deles, mas agora de fato com esta entrevista e também com este episódio pude entender que essas segregações e preconceitos ocorrem explicitamente, separando assim o clichê que por vezes sempre vi em toda série teen norte-americana. Os argumentos não são válidos e suficientes para justificar o por que de “virar o nariz” para o outro, sendo que por fim vemos que o problema maior é a aceitação. Eles simplesmente não se aceitam e são limitados a viverem desta forma, pois estão condicionados a enfrentarsem no dia a dia, parecendo uma verdadeira selva de sobrevivência. Digo pela minha experiência no High School aqui no Brasil, não era do Time O mas também não pertencia ao Time P, sempre fui tímida e com vergonha de expor coisas que gostava, a exemplo de música, dança e minha grande paixão por Harry Potter, mas aos poucos isto foi mudando dentro de mim e vi que não deveria esconder meus gostos e o jeito que eu realmente era.

Conviduo-os para assistirem a parte 1, parte 2 e parte 3 desta entrevista e assim entender por que Glee é de fato um sucesso massivo na televisão e por que tantas pessoas se conectam tão facilmente com ele, sendo como um espelho pra quem es, foi ou seras, pelo menos para os norte-americanos assim dizendo.
Ryan Murphy continua a remodelar diferentes lados de personagens que até então estavamos acostumados a um determinado comportamento e assim, em Wheels verificamos que nem tudo é o que parece e que muitos deles se escondem numa armadura de proteção, impossibilitando que os demais os enxerguem de maneira mais real. Artie ganha finalmente o reconhecimento merecido, pois na minha opinião ele é uma das personagens mais interessantes, sem contar na belissima voz de Kevin. Todo instante este episódio fala sobre incluir e excluir, mas mais importante de tudo isso é que aqueles que são diferentes no fundo não querem ser tratados como especiais e sim como pessoas comuns. Mr. Shue tenta convencer o diretor a investir num ônibus adaptado para as Seletivas, porém foge totalmente do orçamento e ele deverá encontrar outros meios de conseguir isto. Contando com a camaradagem e o apoio dos outros membros, ele propõe uma “Bake Sale”,mas todos acham extremamente ridículo e sugerem que Artie vá de carro com seus pais. Num gracioso e merecido momento, Wheels ganha seu primeiro solo ao cantar “Dancing with Myself “do Billy Idol, com o excelente desempenho de Kevin McHale ao interpretar este difícil personagem, no qual exige muita dedicação e preparo físico. Podemos perceber em sua cantoria que ele nutre um paixonite por Tina. Presenciando seu momento solitário, Mr. Shue impõe a venda dos doces e se eles achavam que seria fácil, que tal durante toda a semana andar três horas por dia em um cadeira de rodas. Simplesmente genial essa idéia, fazendo-os se colocarem no lugar do amigo e verem o quão difícil é ter que se adaptar a tudo.

Outro que recebe bastante destaque neste é Kurt, que deverá desafiar a gravidade literalmente para conseguir participar dos testes para o solo de “Defying Gravity” do musical Wicked , que inicialmente pertencia a Rachel, por razões óbvias e que depois da interferência do pai de Kurt, que viu como o filho estava chateado, consegue convencer o diretor e o Mr. Shue a realizar um “Diva-Off”, que consagrará o melhor através do voto “imparcial” dos demais membros do Glee Club, detalhe que se Rachel e Kurt disputassem em popularidade ela perderia desparado, mas ali é sobre quem canta melhor. Achei importante alguém desafiar a Rachel, pois ela precisa deste tipo de confronto, senão achará que tudo sempre cairá nos seus braços facilmente. Alias é super de bom tom mostrarem mais do relacionamento do Kurt com seu pai, pois até hoje rendeu momentos emocionantes e sinceros, sendo admirável o apoio que ele dá ao filho. Vale lembrar que no episódio que Kurt revelasse gay ao pai, isto repercutiu de maneira muito positiva para muitos jovens que tinham medo de “sair do armário”, alias o próprio ator Chris Cofler foi ovacionado de tantos agradecimentos por sua performance e também por abrir este armário. Mesmo defendendo seu filho, este sofre uma ligação anônima ofensiva que o deixa preocupado com o que Kurt terá que enfrentar por conta de sua sexualidade, assim para poupar seu pai, ele considera que o ama mais do que a “fama”, assim erra a nota mais alta de propósito e “dá” o solo para Rachel. Alias belissima construção da cena e claro num dueto espetacular, relembrando a sonoridade com que ela canta com April no quinto episódio. Esperei ansiosamente por uma canção com Kurt e este não decepciona, pois para mim ele será o eterno vencedor deste primeiro “Diva-Off”.

Como senão bastasse isto, Frank-Teen enfrenta a fúria da Babe-Mama, que agora clama por sua “hombridade” para assumir as despesas médicas e tudo que seja relacionado ao “Drizzle”. É impressão minha ou a Quinn é mais burra do que eu esperava?! Onde está aquela conversa toda que ela teve com a Terri sobre ( nada mais justo) que a Fake-Mama seria responsável pelas despesas e tudo que ela precisa-se, afinal a grande interessada seria a outra. Espero que surpreendam em algo, pois esta história de gravidez está gastando minha paciência, ainda mais depois do todo fofo do Puck tentando comparecer para ajudá-la, afinal ele é o pai. Uma coisa ficou clara: a química do casal é simplesmente inegável de tão verdadeira. O Frank-Teen preenche bem o papel de pai ideal, pois nitidamente ela não gosta dele e sim do Hot-Jewish Papa. Os gleekers percebem que não favorece nada as vendas o fato deles serem os “loosers do coral” e ainda mais estarem usando cadeiras de rodas, assim Puck super empenhado em mudar os “olhares” da Babe-Mama, decidi colocar em prática seu jogo do “lying and crime”, conseguindo assim a erva mágica com Sandy, o que impulsiona absurdamente as vendas e o interesse dos alunos. Achei um pouco desnecessário a briga entre o Real e o Fake-Daddy, mas considerando quão pateta o Finn pode ser, ele continua a não perceber nada nas “entrelinhas” da “defesa” do seu melhor amigo e sua namorada. Só não consigo entender como eles conseguiram arrecadar 12 mil dólares somente com o Puck produzindo os “bolinhos mágicos”. Engraçado ver o lado romântico e preocupado dele, só não acho que ela mereça toda essa atenção e dor de cabeça que os garotos estão tendo. Achei hilário toda a estratégia da Drama Queen em ajudar o Frank-Teen ao conseguir um emprego para o Fake-Daddy, que terá que trabalhar como garçom cadeirante, após ela chantagear o dono do restaurante.

Para mim os grandes momentos do episódio envolvem a Sue e a conversa entre o Artie e a Tina. Sue como todos já perceberam vive em constante metamorfose, porém seu jeito ácido e cruel é sempre o mais marcante de sua personalidade. Quando esta por decisão do diretor terá que “incluir os diferentes” e realizar testes abertos para preencher a vaga deixada pela Babe-Mama. Vejo a personagem da S.S como uma bomba relógio, quando menos espera explode ou esta mesma bomba pode ser desarmada em segundos. Me senti desarmada ao ver as cenas seguintes dela, quando ela escolhe Becky, uma estudante com Sindrome de Down para entrar para o time das cherrios, deixando o Hot Teacher intrigado, pois de fato pensamos no pior: Ela está tramando algo!. Estaria elabullying (termo fortemente utilizado para caracterizar o procenceito)Becky por esta ser diferente ou estaria somente incluindo-a para que esta conquistasse aquilo que em sua cabeça ela tanto deseja: ser igual a qualquer um. Sue deixa sutilmente esta questão no ar e me faz pensar que ser diferente nem sempre é estar bem consigo mesmo, ser você mesmo nem sempre é ter a determinação de aceitar-se como es, assim como Rachel e Kurt pregam tão claramente ao longo dos episódios. Por vezes alguns simplesmente se rendem e se escondem, como fez Tina que revela a Artie após beijá-lo que todo desde pequena finge ter a Sindrome de Tourette (caracterizada no caso de Tina como vocalizações que ocorrem repetidamente, mas que também podem ser tiques involuntários, reações rápidas em outras pessoas que realmente tem o caso), mas que para ela que finge, representa na verdade, como a própria revela: sinais de timidez, dificuldade de convivio social e barreiras de sua personalidade, que encontrou a melhor maneira de se esconder por atrás da gagueira. Mesmo com toda a proximidade dos dois, que a príncipio dividiam algo em comum, foi possível ver a decepção no olhar de Wheels, pois ele vive naquela condição desde seus oito anos e não escolheu que as coisas fossem assim e muito menos esconder-se, pelo contrário a cadeira já cria a barreira por si só.

Por fim um momento que achei que nunca aconteceria comigo: Sue Sylvester me fez chorar! Emocionante quando descobrimos que ela própria tem uma irmã com Down e que a visita constantemente. Sei que muitos acharam estranho mostrarem esse lado tão vulnerável da personagem ,mas reafirmo novamente que todos temos duas faces: aquelas que mostramos a todos e aquela que encaramos sozinhos em nosso quarto. Vale saber qual mostrar e qual preservar. Sue é claramente um exemplo disto e novamente ela me desarmou com uma das mais belas cenas que Glee já apresentou até agora.Finalizando Wheels escolhi investir na infra-estrutura do colégio para acessos a cadeirantes em vez de comprar o onibus para as Seletivas, mas novamente S.S os surpreende quando dá um cheque para a implatação de rampas de acesso e assim eles poderão comprar o ” Glee Club: New Directions Bus”.
“Proud Mary” foi uma das músicas que mais escutei durante minha infância, admito que naturalmente nem era nascida quando ela foi gravada em 1969 pelo grupo Creedence Clearwater Revival, mas sem dúvida me emociona sempre, seja na versão original, com a Tina Turner e Beyoncé, entre outros que já regravaram a mesma. Vê-la e claro escutá-la numa performance pelo Glee Cast realmente foi expetacular e especial para mim, sendo impossível não levantar e vibrar junto.Segue o video, a qualidade é péssima mas representa um pouco, pois vídeo em HD são restritos por direitos autorais, por isso coloquei um que alguém gravou da tv.




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