Bem vindo(a)!

Se adoras séries norte-americanas, gostas de estar a par das ultimas noticias, conhecer novas séries e conhecer novas pessoas e dar a tua opinião, então este é o site ideal para ti.

Faça login para poder acessar por completo nosso fórum!

Faça parte da familia «Séries Completas» entre e registra para se mas um membro da Familia

Abraço a todos que visitam nosso fórum.
Hugodf1, administrador do fórum.

Você não está conectado. Conecte-se ou registre-se

Glee (1.13) – Sectionals

Ir em baixo  Mensagem [Página 1 de 1]

1 Glee (1.13) – Sectionals em 12/14/2009, 7:28 am

Admin

avatar
Administração
Administração


Get ready for me love, ’cause I’m a “comer”….I simply gotta march, my heart’s a drummer….Don’t bring around the cloud to rain on my parade
Felizmente ou mais propriamente dizendo, infelizmente, Glee encerra sua primeira fase desta temporada. Após 12 episódios, iremos finalmente descobrir algumas verdades e veremos diversos acontecimentos mal resolvidos serem congelados para a segunda fase, que plenamente faz meu coração sangrar de saudades, pois a a série só retorna dia 23 de abril. Sim, acho que fui um pouco drámatica, pois quando vi o piloto aguentei mais que isto, mas agora com tudo o que aconteceu é impossível não querer mais e mais desta fórmula tão espontânea e despretensiosa. Reafirmo que se aqueles que se dedicam (lembro de ti, Aguerra) a “open yourself up to joy”, conseguirem visualizar além, podemos tirar análises bem diferentes e por vezes bem simples daquilo que está diante de nós, a exemplo de como comentaram no review anterior, o chamado Blindside. Acompanhar o episódio ao vivo, creio que foi um acerto mas também um erro, pois vivi em tempo real a tremenda expectativa que depositei neste finale, ou seja, por fim não consegui apreciá-lo da forma correta. Consegui naturalmente assistir depois o episódio de maneira mais “clínica” e direcionada, pois ver ao vivo é tão deslumbrante e as vezes confuso que nos perdemos em pensamentos. Comparo a sensação que tive ao assistir o finale ao vivo da segunda temporada de True Blood, deixando uma divisão dentro do próprio episódio, que apresentou uma metade coerente e bem preparada e outra metadade totalmente arremessada e despreparada.

Os primeiros 13 minutos do episódio não poderiam ter sido mais corridos do que já foram, ou seja, ficou evidente que 13 episódios não seriam suficientes para indireitar o ciclo. Tudo acontecia num ritmo tão rápido, a exemplo da decisão de todos os demais Gleekers de esconder de Finn e Rachel a verdade sobre gravidez de Quinn, ou seja, mais uma vez passam a mão na cabeça dela. Julguem como foi, mas é totalmente estranho ver a Mercedes contar a todos o que Puck havia revelado a ela. Entendo que eles queiram preservar a estabilidade do grupo para as Seletivas mas empurrar mais e mais esta história não parece ser a atitude mais madura dentre todas. Inocentes foram eles de acharem que a Drama Queen não “iria cavar o buraco até achar o osso”, mas uma coisa eles sabem sobre ela: ela iria soltar a língua. Astutamente, a Drama Queen coloca minhocas na cabeça da Babe Mama e está dá todos os sinais ao conversar com o Hot Jew. Destaque hilário para a revelação das Cherrios dividirem momentos “intimos” sobre quatro paredes, ou seja, aquele comentário de Kurt faz mais sentido agora, quando ele diz que Brit é uma garota que acha que a raiz quadrada de quatro é arco-iris.” Alias parabéns para as frases pontualmente insanas da Brit.
Preparando-se para as seletivas, o New Directions encara a dura realidade de participar sem a presença do Mr. Schue e agora terão de se ajustar a Emma, que colocou seu casamento em risco para acompanhá-los. Claro que acredito que ela está fazendo isto pelas KIDS, que outra razão teria?! Eles terão que se virar para preparar o set list das Seletivas e claro que “Proud Mary” e “Don’t Stop Belivin” surgem imediatamente em suas mentes, agora de quem será o solo? Drama Queen logo se propõe a utilizar uma de suas canções (fico pensando o repertório que ela tem desde os 3 anos de idade). Uma coisa realmente acho hipocrisia, pois todos dizem que Rachel é mandona, autoritaria e irritante, mas o que Mercedes fez foi o cúmulo da arrogância, concordo que ela é boa e tem toda a possibilidade de fazer o solo, mas é a forma com que ela impõe isto que acaba sendo pior do que todo o jeito “bossy” que ela alega ser presente na Drama Queen. Surreal ela cantando “And I’m Telling You I Not Going”, mais recentemente personificada na voz de Jennifer Hudson (A.I), para o filme Dreamgirls (2006) e naturalmente o que isto provoca em todos, inclusive Rachel, que tem seu momento mais humilde ao reconhecer que sim, o solo deve ser de Mercedes e que não vê a hora de vê-la arrasando no palco. Fofissima a cena em que elas se abraçam, quebrando um pouco o gelo de disputa que exista, alias como Frank-Teen mesmo diz logo em seguida, deve ter sido muito dificil pra ela “dar” o solo, mas pelo contrário ela o fez consciente pelo time e reconhecendo que a bastante tempo nem tudo gira em torno de seu talento, alias se todos percebessem que ela realmente mudou poderiam dar uma chance de aturá-la mais, não somente pelo talento e necessidade que eles tem dela.

O momento da verdade chega de forma muito desajeitada e corrida, mas vendo agora por esta ótica a escolha de quem iria revelar acaba por ser acertada, afinal não via a Quinn ou Puck contando a verdade para o pobre do Finn. As motivações de Rachel podem ter sido erradas, mas por fim achei bom ter sido assim e de maneira alguma vi ela como uma fofoqueira, pelo contrário a vi simplesmente como uma garota desesperadamente apaixonada por um cara que está sendo enganado cruelmente pela sua arqui-rival e que maneira mais direta de tirar a competição do caminho. Frank-Teen deveria ter tido mais destaque na cena seguinte, apesar que o pouco mostrado podemos sentir realmente a fúria dele no chão socando o Hot-Jew, que ainda o provoca por ser tão tolo ao acreditar na história do ofurô. Ainda penso como alguém pode cair naquele papo furado, mas trantando do puro e ingênuo Finn Hudson, tudo é possível, alias parabéns ao Cory por essa incrível cena. Mais uma vez vemos a humildade da Drama Queen em admitir algo e desta vez é com a Babe-Liar Mama, que reconheçe não estar com raiva dela por ter contado, pois de fato fez algo que ela própria não teve coragem, ou seja, contar a verdade. Ri muito quando Rachel pede pra que se ela for socá-la, que por favor não acerte seu nariz. Apesar de não ter gostado muito da forma com que o primeiro bloco foi administrado, valeu para mostrar a evolução da personalidade de Rachel e claro que pelo momento mesmo corrido da revelação da paternidade. Agora terão que lidar com um Glee Club com 11 membros, pois naturalmente Frank-Teen abandona o time nos 45 minutos do segundo tempo.
The competition begins e o New Directions embarca no ônibus mesmo sem seu líder masculino e agora com o bizarro Jakob (sim o dono do blog que ainda acha que vai “entrar nas calças de Rachel”). Gostei do envolvimento de Emma neste momento tão importante e de dificuldade para as crianças e por ela ser a conselheira mais excêntrica que um colégio poderia ter, concordo que foi a escolha certa para acompanhá-los. Previsivelmente vemos as “Desventuras em Série” se iniciarem para os Gleekers, que veem suas músicas sendo apresentadas pelos corais das garotas problématicas ( “I’m Telling You e Proud Mary na cadeira de rodas) e o coral de surdos (Don’t Stop Belivin). Mr. Schue recebe a notícia via telefone e confronta a diabólica Sue, que entregou a lista deles para os rivais. Acho interessante a firmeza e presença da personagem em negar todas as acusações, estas mais do que óbvias, porém a vingança vem a galope, como diz o famoso ditado popular. Destaque para Emma e seu sermão para os líderes dos outros corais, dizendo o quão envergonhados deveriam se sentir ao incentivar e educar seu alunos de forma tão desleal, pois o certo deveria ser que eles acreditassem no real potencial de suas crianças, assim eles seriam muito melhores do que parecem ser.

Um dos grandes momentos é quando o Mr Schue vai conversar com Finn no vestiário, tentando fazê-lo recuperar o senso de direção e principalmente resgatar o líder nato que existe dentro dele. Importante este momento, pois ambos vivem momentos delicados relacionados a verdades e mentiras porém isto não pode afastá-lo da pessoa especial e importante que ele representa para os demais. Sutilmente vemos ele deixar a chave do seu carro para que o Frank-Teen possa ir para as Seletivas e salvar todos. Achei estranho a discussão que eles estão tendo na hora de improvisar as canções e todos acusam as Cherrios de entregar as canções e Brit confessa que realmente entregou a lista para Sue, mas quem o fez não foi o próprio Mr. Schue, num ato de ingenuidade? Depois dá pra entender que Mr. Schue entrega a lista completa das possíveis canções e Brit que na verdade entrega as duas utilizadas. Gostei da forma com que os roteiristas trouxeram Finn de volta a trama, lembrando do que ele fez no episodio piloto, pois se Rachel tem a função de ser a líder incompreendida, Finn veste a responsabilidade de ser o líder nato, que guia e orienta todos nos momentos de maior dificuldade e assim como “Don’t Stop Belivin”, ele traz desta vez o clássico dos Rolling Stones, “You Can’t Always Get What You Want”. Não tendo como fugir do inevitável, Drama Queen ganha seu merecido momento de estrelato, rendendo desta vez um momento de humildade de Mercedes, que reconheçe que ela é a melhor dentre eles.
Esqueçam todas os números musicais que vocês viram até agora, pois Glee está a apresentar o melhor dentre todos. Lea Michele veem me chamado atenção desde sua atuação como Wendla, no musical Spring Awekining e sua primeira atuação para a televisão interpretando Rachel Berry só pode concluir uma coisa: Algumas pessoas nasceram para brilhar e o nome Lea Michele/Rachel Berry é sinônimo disto ou como diria a própria Drama Queen, uma metáfora para seu sucesso. Nenhuma canção poderia soar melhor para ela do que “Don’t Rain On My Parade” de Barbara Streisand, personificada originalmente no filme Funny Girl (1968), que conta a história de uma comediante judia que busca o estrela e fama na monstruosa metrópole New York, New York. Qualquer semelhança na criação da personagem de Rachel não é mera coencidência. Muitos dizem que Lea Michele é a mini Idina Menzel, vencedora do Tony de melhor atriz em 2004 pelo musical Wicked por interpretar seu papel como a bruxa do velho Oeste Elphaba e também conhecida por seu papéis no musical Rent, tanto na Broadway, como na adaptação cinematográfica e vale a curiosidade de que a atriz/cantora será a possível diretora musical do arqui-rival coral Vocal Adrenaline, deixando claro que a competição da segunda parte será bem interessante e talentosa. Por fim se fossemos mixar Barbara Streisand e a Idina Menzel facilmente teriamos como resultado Lea Michele. Nada mais merecido do que ver a personagem ter seu verdadeiro momento de estrela, pois a maneira com que ela conduz toda a apresentação, a segurança, sem contar com a estupenda voz e performance digna de uma apresentação na Broadway. Todo este mágico momento serviu para introduzir o New Directions como um todo nas Seletivas, desta vez cantando “You Can’t Always Get What You Want”, numa animada performance que colocou todos da platéia de pé com Finn e Rachel liderando-os a caminho do merecido reconhecimento.

Os resultados sobre o vencedor foram simplesmente ironicos considerando a forma com que eles não levaram a sério os concorrentes, pois dos três jurados: um era o garanhão do canal de televisão, a outra era a Blondie Bitch, que por coincidência era a Sra. Newlin, esposa do pastor de True Bloode a terceira era uma senhora que nem sabia o que estava fazendo ali, muito menos entendia alguma coisa sobre corais.Mantendo o suspense já previsto, mudam o foco para o casamento não concretizado de Emma e Ken, que naturalmente não aconteceu depois que ela escolheu o Glee Club , vulgo Will Schuester, ao invés de seu próprio casamento. Jayma Mays novamente mostra quão acertada é para esta personagem, admitindo que tomou suas escolhas explicitamente por ele e não pelas crianças, deixando claro o que senti realmente por ele mas que tudo agora é muito nebuloso para pensar na resolução deste casal. Will teve seu V de Vingança, com Sue sendo banida das Cherrios depois que o Mr. Figgins descobre sobre sua tentativa explícita de boicote a competição do Glee Club nas Seletivas, ainda mais depois da revelação por parte dos diretores dos corais rivais, que se sensiblizaram possivelmente com o discurso politicamente correto de Emma. Pelo lado dos Gleekers, eles tiveram seu merecido V de Vitória, que apesar de já previsível rendeu ummomento musical muito especial como homenagem ao seu querido mentor. Apesar de muitos acharem a escolha da música muito clichê, “My Life Would Suck Without You” da Kelly Clarkson, quenarra como é difiícil viver longe daqueles que queremos, naturalmente uma nada sútil analogia ao casal Wemma e o beijo tão aguardado pelo fãs. Muito inteligente relembrar todas as coreografias que o Glee Club apresentou ao longo dos episódios, como as mãozinhas de Single Ladies, os chapéus deLast Name, os passos indecentes dePush It, o teste das Cherrios com I Say I Little Pray, osmash-upsdos garotos e das garotas, entre outras várias referências.

Glee encerra seu primeiro clico, num misto de dúvidas e incertezas que precisam ser preenchidas com coerência para finalizar ai sim, a temporada em grande estilo no ano que veem. A princípio cumpriram muito bem sua promissa de puro deleite, transbordando excelentes números musicais com uma trama que cada vez mais parece amadurecer. Se este é o caminho certo, muitos podem dizer que não, mas para mim Glee fez minhas quartas-feiras serem muitos melhores, mesclando risos, lágrimas, explosões de alegria e de raiva e acima de tudo me permitiu “Open Myself up to Joy”. Digo novamente, se você incorpora esta última frase ao assistir a série, garanto que entende seu propósito plenamente. Aguardem que haverá o review especial da primeira temporada, onde perceberemos a evolução do piloto até este episódio.

(Adendo para a nota, se fosse classificar somente o momento do solo da Rachel, o episódio merecia um grande e destacado Dez, mas episódio é episódio e não um momento de destaque.)


_________________
http://seriescompletas.forumeiros.net

Voltar ao Topo  Mensagem [Página 1 de 1]

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum