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Fringe (2.10) – Grey Matters

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1 Fringe (2.10) – Grey Matters em 12/14/2009, 7:29 am

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I suspect that’s the way this is going to be. The more answers we get, the more questions they’ll lead to.
Sabem o último episódio natalício da série? Chamava-se Safe e também foi o décimo da temporada. Teve um rapaz espetado na parede com um tiro e, a partir daí, o caso desenvolveu-se até proporções nunca atingidas na série, fora o piloto. “Porquê?” perguntam os mais esquecidos. Já está? Ah, pois é, já me esquecia que não há esquecidos por estes lados. My mistake. Mas, e respondendo a pergunta retórica, porque teve entrou pela vida da personagem mais misteriosa da série: Walter Bishop. A personagem foi explorada de uma maneira até lá nunca vista na série e, assim, conseguiu-se produzir um excelente episódio, segundo rezam as crónicas. E parece que a série tem fetiche pelos episódios de Natal. Este chama-se Grey Matters e, espero, será recordado o próximo ano no Portal como o início do review do 3.10.
A abertura é fantástica, como qualquer de Fringe. A imagem do “homem da realeza”, devido a marca na cabeça, dava logo para perceber que teríamos um excelente episódio, que exploraria a mitologia da série e traria novas revelações. O aparecimento da personagem nunca poderia ter sido utilizada para um caso pois a envolvência desta com o “caso da temporada” e, talvez, da série, era demasiado grande para este ser um típico caso que ficaria em “águas de bacalhau” a espera pelo regresso pós-natalício para se desenvolver.
Assim, a série começa-nos por dar um nome à cara desconhecida Thomas Jerome Newton, o novo “homem” que está a por em causa a nossa existência. A construção e interpretação da personagem é fantástica, trazendo-nos assim um ser (ainda desconhece-se a verdadeira natureza desta cabeça) inteligente, atroz sendo ao mesmo tempo um pessoa “simpática”, tentando não provocar dor as vítimas (apesar de a maior parte das vezes só tentar esconder as provas); mas sempre a procura de atingir o objectivo.
E qual é esse objectivo? Primeiro, falar do que a abertura nos traz: Newton (nome curioso para alguém vindo de outro mundo) retira um pedaço de cérebro do cérebro do paciente e este, miraculosamente, fica curado. A partir daí o caso desenvolve-se rapidamente, não com os habituais “abstracções” e erros, podendo-se assim mostrar o que interessa. Sabemos que outros dois pacientes recuperaram milagrosamente de doenças do foro psicológico e todos estes três têm algo em comum: terem sido medicados por Dr. Paris e terem uma cicatriz na nuca (pelo menos todos aqueles que a cabeça foi fechada).
Assim relacionamos logo com Walter, que possui as mesmas características. É esta envolvência que o mais velho dos Bishop’s pode dar a série: ter alguém na equipa que esteja tão entranhada na mitologia que poder-se-á relacionar qualquer coisa com ele. Teremos sempre Walter para estes casos. E foi isso que tornou o episódio ainda mais interessante: a personagem mais misteriosa da série tem as características dos pacientes, mas é diferente destes. Enquanto os três pacientes tiveram um pedaço de cérebro a mais, Walter tem três a menos. Tudo somado e sabendo parte das incógnitas, a soma não estava completa mas já saberíamos o que tornar-se-ia: Walter Bishop e o seu passado obscuro a ser descoberto.
Depois, foi uma corrida contra o tempo, primeiro para TJN, tentando que Walter lhe dissesse o que queria: como abrir um portal para o outro lado. Depois uma corrida para Peter e Olivia a procura de Walter. Enquanto da parte dos segundos foi uma corrida desinteressante, apesar de dar ritmo ao episódio; a primeira era o que interessava. TJN tenta de tudo para que Walter se lembrasse do segredo mais perigoso da sua mente: como abrir um portal entre “mundos” e permitir que a outra realidade fuja do péssimo, segundo parece, mundo onde eles vivem e venham viver para este lado. Acho que não ficamos com dúvidas que o propósito foi conseguido mas eu, crente na genialidade da série, penso que o novo vilão da série não terá todos as informações que lhe interessavam, pois penso que Dr. Paris fez alguma coisa as memórias de Walter. Isto é só uma teoria, nada mais que isso, sem bases nenhumas.

E, depois, claro o final. Se em Safe foi a fuga da prisão do vilão da primeira temporada, nesta temos a revelação de quem é Dr. Paris. Assim William Bell é de novo trazido a série, permitindo que as perguntas que menciono na abertura cresçam ainda mais. Uma resposta que abre uma série de perguntas desejadas.
Assim, Fringe consegue trazer o melhor episódio da temporada. Trouxe a mitologia da série e já sabemos que episódios destes são, quase sempre, excelentes. E ainda ficou mais excelente com a perfeita interpretação de Walter Bishop proveniente de John Noble. Maravilhoso. Agora é esperar que o tema não fique durante muito tempo parado. Mas este episódio foi das melhores prendas natal até agora.


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