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Review Glee 1.06 - Vitamin D

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1 Review Glee 1.06 - Vitamin D em 11/13/2009, 3:30 pm

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Administração
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Glee tem me surpreendido episódio após episódio. A série consegue ter sacadas bastante elaboradas e realistas, mesmo que não sejam totalmente criativas, saciando o desejo dos telespectadores que almejam assistir a um bom programa. Em “Vitamin D” as noções de certo e errado, ético e antiético, e individual e coletivo ficam bastante embaralhadas, exatamente como acontece no cotidiano. Quem nunca se pegou confuso, em meio a uma situação moralmente complicada, quando é difícil optar pela melhor alternativa? Pois bem, é mais ou menos isso que os jovens do Glee Club enfrentam no episódio 1.06.


Desmotivados com as pré-seletivas para os regionais, os gleeks mostram-se desleixados quanto à dedicação musical. Tá aí a primeira grande sacada do capítulo: os losers do coral se sentem superiores ao grupo de surdos e ex-presidiárias, considerando ganha a pré-seletiva. Achei muito legal essa auto-estima elevada dos jovens. Esse é o primeiro passo rumo à transformação desses personagens. Os losers, pouco a pouco, ganham confiança. Já conseguem imaginar aonde isso vai chegar? Fenomenal!


O jeito, então, que Will encontra para motivar os alunos é colocá-los em uma competição entre meninos e meninas. Tem coisa mais batida e, ao mesmo tempo, empolgante? Eu adorei! Os meninos, liderados por Finn, se vêem em uma difícil missão: devem enfrentar Rachel e Mercedes no time adversário. Quem não tremeria? Além do mais, Finn tem sofrido uma pressão múltipla: time de futebol, Glee Club, posto de bonitão do colégio, gravidez da namorada e uma paixonite inesperada por Rachel. Isso tudo seria capaz de tirar o sono de qualquer um, não é mesmo?



Paralelamente, Sue dá um jeitinho para que a vaga de enfermeira do colégio fique vaga. O plano é ocupá-la com Terri, esposa de Will, em quem enxerga uma aliada em potencial. E você já viu algo que Sue não consiga? Terri ocupa o cargo, mesmo sem saber aplicar uma única injeção, com o objetivo de vistoriar o comportamento entre o marido e Emma. Aliás, ela se impõe bastante durante sua estadia na escola, mostrando que lutará com unhas e dentes pela fidelidade do professor de espanhol. Porém, o grande trunfo de Terri em “Vitamin D” é a própria vitamina, que ela oferece a Finn em um momento de cansaço.


“Ligadão” e sob o efeito da droguinha, Finn decide compartilhá-la com os meninos durante o mash-up da competição boys vs girls. Apresentando It’s My Life / Confessions, de Bon Jovi e Usher, respectivamente, os meninos arrasam, deixando as garotas extremamente preocupadas. A dança do japa foi simplesmente espetacular, Artie arrasou em sua cadeira de rodas e Finn mostrou que pode ser um líder, se assim quiser.


As meninas, que até então planejavam uma apresentação de improviso, também sucumbem ao poder da vitamina D. Kurt, que se diz leal às mulheres, dá com a língua nos dentes e revela o segredinho dos rapazes. Rachel, ávida por conquistas, “entra no jogo”. As meninas apresentam Halo / Walking On Sunshine, de Beyoncé e Katrina and the Waves, respectivamente, tendo performance semelhante a dos garotos. Que solo espetacular de Rachel no final! Ótimas as interpretações de Cory (Finn) e Lea (Rachel). Os dois realmente pareciam transtornados, caricatos, dopados. Eu juraria que os atores também tomaram uma droguinha para interpretar!



Um momento memorável do episódio foi quando Rachel e Quinn conversam. Eu achei um diálogo provido de tanta sinceridade que cheguei a me emocionar, por mais que a cena não pedisse esse sentimento. As duas colocam as cartas na mesa, mostram suas fragilidades, conversam civilizadamente. Nem parecem rivais, certo? E é exatamente isso que Rachel mostra: elas não precisam ser inimigas. Mesmo que o triângulo esteja formado e solidificado, por que não aprofundar a relação intrigante e direta das duas? Eu adoro essa interação, adoro a Quinn humana, adoro a fuga dos padrões convencionais. Outra ótima sacada do episódio.


Interessante também ver como Emma se encontra “sem saída” no capítulo. Ela aceita casar-se com Ken, mas impõe regras que transformam o matrimônio em algo pouco superior ao coleguismo profissional. Também estou pagando para ver o desenrolar das negociações da gravidez de Quinn com a gananciosa Terri. O núcleo deve ser bem desenvolvido para não cair na idiotice.


Para finalizar o episódio, Finn e Rachel mostram-se decepcionados com suas atitudes e decidem não haver campeão na disputa. Ótimo perceber Rachel admitir seu egoísmo, dar sinais de que ainda pode – e deve – mudar. Também foi hilário ver que Sue vira co-diretora do coral, em uma clara punição a Will, que levou a culpa por Terri dopar seus alunos. Estou ansiosa para os próximos desfechos...


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